Na sala de espelhos
Livre da relação, a representação pode se dar como pura apresentação. Michel Foucaut Li e pensei: é uma veerdade feminina escrita por um homem, porque nesse espelho desolado da vida não é vispivel o que se fita. Seguimos num barranco de cegos, onde o colírio basta e todo mundo finge que tá tudo bem. Pra quem? Há um ateliê de bordados e maquiagens e recursos de todo tipo de parafernália, pra rebocar uma parede prestes a cair. E quanto mais fakes, mais recursos artificiais. E aí eu pergunto: Para o mundo, se ele ainda é de verdade, que eu quero um demaquilante pra bombardear essas fronteiras enganosas de promoções de vidas perfeitas, ou de gente que resolveu lavar o rosto e montar um personagem de "agora sou eu mesmo". Até a verdade tá com cara de mentira. Assim como nunca soubemos a fronteira entre a realidade e a ficção...não se sabe mais o que é sim e o que é não. Pra quê carnaval? Baile de máscaras? Não precisa. Mergulhamos numa festa de eu...